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10 Perguntas para Fazer Antes de Contratar um Desenvolvedor de Sites

Neste artigo
  1. Por que a pergunta errada custa mais caro que o site
  2. As perguntas sobre código e tecnologia que definem se o site é seu de verdade
  3. As perguntas sobre contrato, prazo e suporte que evitam o projeto parado pela metade
  4. As perguntas sobre preço que mostram o que está, e o que não está, incluído
  5. As perguntas sobre SEO técnico e performance que decidem se o site trabalha sozinho
  6. O que fazer com essa lista na hora de decidir

Por que a pergunta errada custa mais caro que o site

Um site institucional custa a partir de R$ 2.600, uma loja virtual a partir de R$ 3.600. A diferença de valor entre dois orçamentos parecidos raramente está no design. Está no que ficou combinado por baixo do preço, ou no que nunca foi perguntado. Quem contrata sem perguntar paga duas vezes: uma pelo site, outra pelo retrabalho alguns meses depois.

Imagine um site institucional orçado em R$ 2.600: se o contrato não disser quem fica com o código-fonte, esse valor pode virar refém depois, na hora de trocar de fornecedor ou de pedir uma alteração simples. Existem perguntas que separam um profissional que entrega um ativo digital de alguém que entrega um arquivo bonito e nada mais. Elas não giram em torno de gosto pessoal de cor ou fonte, giram em torno de propriedade, prazo, suporte e do que acontece depois que o pagamento cai na conta.

Reunimos as dez perguntas que mais evitam dor de cabeça, agrupadas por tema, cada uma com o motivo real de fazê-la.

As perguntas sobre código e tecnologia que definem se o site é seu de verdade

Você é dono do que pagou, ou está alugando o acesso a ele? Essa é a base de tudo, porque muitos sites entregues em builders fechados (Wix, Loja Integrada e ferramentas parecidas) prendem o cliente à plataforma: sem exportação real de código, sem migração simples, sem dono de fato do projeto.

  • 1. Quem é o dono do código e dos arquivos depois da entrega? Peça essa resposta por escrito, no contrato. Se vier vaga ou evasiva, é sinal de alerta antes mesmo de assinar.
  • 2. O site vai rodar em WordPress com tema próprio, em código sob medida, ou em um builder fechado? WordPress com tema próprio e código enxuto entrega performance máxima, porque não carrega plugins genéricos nem CSS que ninguém usa. Builder fechado entrega comodidade agora e dependência depois.
  • 3. Onde o site vai ficar hospedado, e quem paga por isso depois do lançamento? Hospedagem e domínio são custos recorrentes de terceiros, cobrados à parte do desenvolvimento. Esse custo varia bastante, de um plano de hospedagem compartilhada básico a um servidor dedicado, e não faz parte do valor cobrado pela Codech pelo desenvolvimento em si.

Sem essas três respostas, ninguém sabe se está comprando um site ou alugando um por tempo indeterminado. E o segundo custa mais no longo prazo, mesmo quando parece mais barato na entrada.

As perguntas sobre contrato, prazo e suporte que evitam o projeto parado pela metade

Prazo sem contrato é promessa, não compromisso. E promessa não tem multa quando atrasa.

  • 4. Existe contrato ou orçamento por escrito, com escopo detalhado? O documento precisa listar o que está incluído: número de páginas, integrações, revisões. Suponha um site sob medida de R$ 3.400 sem escopo escrito: se o cliente pedir uma quinta página no meio do projeto, fica ambíguo se isso é cortesia ou orçamento extra, e a discussão vira desgaste, não site pronto.
  • 5. Qual é o prazo real de entrega, e o que acontece se ele atrasar? Prazo genérico como ‘algumas semanas’ não é prazo. Peça uma data e uma cláusula sobre atraso.
  • 6. Depois de entregue, existe suporte? Por quanto tempo e o que ele cobre? Suporte pode significar correção de bug por 30 dias, ou pode significar nada. A diferença precisa estar escrita, não subentendida.

As perguntas sobre preço que mostram o que está, e o que não está, incluído

Preço baixo sem escopo por escrito costuma ser o jeito mais caro de fazer um site, porque o que falta aparece depois, cobrado à parte. Para efeito de referência, os valores praticados pela Codech seguem esta lógica de piso, não de teto fechado:

Landing page

R$ 800 a R$ 2.500

Site institucional

a partir de R$ 2.600

Site sob medida

a partir de R$ 3.400

Loja virtual

a partir de R$ 3.600

SEO contínuo

a partir de R$ 350 por mês

A landing page tem faixa fechada, de R$ 800 a R$ 2.500, porque o escopo dela é mais previsível: uma página, um objetivo, uma chamada para ação. Os demais formatos usam piso porque o escopo varia com número de páginas, integrações e funcionalidades, então dois sites institucionais podem custar valores bem diferentes dentro da mesma faixa de entrada.

  • 7. O que está incluído no preço, e o que é cobrado à parte? Peça a lista: hospedagem, e-mail profissional, revisões, treinamento de uso, tudo isso costuma ficar de fora do valor anunciado.
  • 8. Como comparar dois orçamentos diferentes sem se perder? Compare proporção, não só o número final. Um orçamento que custa o dobro de outro precisa justificar isso em escopo, não só em confiança.

As perguntas sobre SEO técnico e performance que decidem se o site trabalha sozinho

Um site bonito que demora quatro segundos para carregar perde posição no Google antes de perder venda. Performance não é detalhe técnico distante, é a diferença entre o site aparecer na busca ou não.

  • 9. O profissional trabalha com SEO técnico desde o início, ou só cuida do visual? SEO técnico envolve estrutura de código, hierarquia de títulos, velocidade e dados estruturados, coisas que não dá para ‘adicionar depois’ sem refazer parte do site.
  • 10. Como fica a performance do site, pensando em Core Web Vitals? Core Web Vitals é o conjunto de métricas que o próprio Google usa para avaliar experiência de carregamento (LCP), resposta a interação (INP) e estabilidade visual (CLS). Um site que reprova nessas métricas perde posição mesmo com conteúdo bom. Peça para ver a nota de performance de um projeto anterior do profissional, não só o print bonito da tela.

Mateus Alves Lopes, à frente da Codech, soma mais de 6 anos de mercado como desenvolvedor full-stack, com foco em WordPress, PHP, JavaScript, SEO técnico, performance e arquitetura de automações. É esse tipo de especialização, e não só o portfólio visual, que separa um site rápido de um site lento com a mesma aparência.

O que fazer com essa lista na hora de decidir

Leve essas dez perguntas para a próxima reunião, ou mande por mensagem antes de fechar. Um profissional preparado responde rápido e sem enrolação, porque essas respostas já fazem parte da rotina dele. Quem hesita, muda de assunto ou promete detalhar ‘depois que fechar’ está dando o primeiro sinal de alerta.

  • 1. Quem fica com o código e os arquivos
  • 2. Qual tecnologia sustenta o site
  • 3. Onde ele será hospedado e quem paga por isso
  • 4. Se existe contrato com escopo detalhado
  • 5. Qual o prazo real e a cláusula de atraso
  • 6. Se existe suporte pós entrega, e por quanto tempo
  • 7. O que está incluído no preço e o que é cobrado à parte
  • 8. Como comparar dois orçamentos por proporção, não por confiança
  • 9. Se o profissional cuida de SEO técnico desde o início
  • 10. Como fica a performance do site nos Core Web Vitals

Se a próxima etapa for orçar um projeto sob essas condições, o time da Codech responde essas dez perguntas por escrito antes de qualquer contrato.

Quer testar essas perguntas com um orçamento real?

Para quem procura desenvolvedor de sites em Porto Alegre, vale ver também os conteúdos sobre criação de sites em Porto Alegre, desenvolvimento de sites sob medida e automação empresarial.

Perguntas frequentes

Quanto custa contratar um desenvolvedor de sites profissional?

Varia pelo formato: landing page custa de R$ 800 a R$ 2.500, site institucional a partir de R$ 2.600, site sob medida a partir de R$ 3.400, loja virtual a partir de R$ 3.600 e SEO contínuo a partir de R$ 350 por mês. O valor final depende do escopo, então peça sempre orçamento por escrito com essa lista detalhada.

É melhor contratar um site em WordPress ou em builder fechado como Wix?

Depende do objetivo. WordPress com tema próprio e código sob medida entrega mais performance e liberdade para trocar de fornecedor depois, sem refém de plataforma. Builders fechados podem ser mais rápidos de configurar no início, mas costumam prender o cliente à ferramenta, sem exportação real do código.

O que deve estar escrito no contrato antes de começar o site?

O contrato precisa listar escopo, número de páginas e integrações, prazo de entrega com cláusula de atraso, quem fica com o código-fonte depois, o que está incluído no preço e se existe suporte pós lançamento, e por quanto tempo. Sem isso por escrito, qualquer divergência vira desgaste no meio do projeto.

Como saber se o desenvolvedor entende de SEO técnico de verdade?

Pergunte como ele trata hierarquia de títulos, velocidade de carregamento e dados estruturados, e peça para ver a performance de um projeto anterior, não só o design. Quem cuida de SEO técnico desde o início evita retrabalho, porque parte da estrutura fica difícil de corrigir depois que o site já está no ar.

Vale a pena contratar o desenvolvedor mais barato encontrado?

Só se o escopo dele for o mesmo dos concorrentes, por escrito. Preço baixo sem contrato detalhado costuma esconder custo que aparece depois, como hospedagem à parte ou ausência de suporte. Compare os orçamentos por proporção, não pelo número isolado, e desconfie de valor muito abaixo do restante do mercado sem explicação.

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