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Site para Advogado: O Que Precisa Ter para Gerar Clientes

Neste artigo
  1. Por que a maioria dos sites de advogado não gera clientes
  2. O que a OAB permite e proíbe em um site de advocacia
  3. As páginas que um site jurídico realmente precisa ter
  4. Como mostrar resultado sem parecer publicidade proibida
  5. Por que velocidade pesa mais num site de advogado que na maioria dos negócios
  6. Quanto custa um site de advocacia (e o que muda de faixa pra faixa)

Por que a maioria dos sites de advogado não gera clientes

Imagine um cliente pesquisando ‘advogado trabalhista Porto Alegre’ às 23h de uma sexta-feira, depois de ser demitido. Ele abre os três primeiros resultados no celular. Um demora sete segundos pra carregar. Ele fecha antes da página aparecer inteira.

Esse cenário é hipotético, mas o mecanismo é real e documentado pelo próprio Google: a maioria dos acessos a sites jurídicos acontece pelo celular, fora do horário comercial, num momento de urgência. Um site bonito no desktop, mas lento no celular, perde esse cliente antes mesmo dele ler uma linha do currículo do advogado.

O problema raramente é estética. É estrutura: falta página por área de atuação, falta prova de autoridade visível e falta um caminho claro até o WhatsApp ou o telefone. Resolver isso é o que separa um site institucional de vitrine de um site que efetivamente movimenta o telefone do escritório.

Quando a decisão emocional pesa, isso muda o design. O usuário que chega ansioso não quer ler um texto institucional genérico, ele quer confirmar rápido que aquele escritório entende o problema dele e que dá pra falar com alguém agora. Um botão de WhatsApp fixo, visível em qualquer parte da página, resolve isso melhor que qualquer texto de vendas.

O que a OAB permite e proíbe em um site de advocacia

A publicidade de advogado no Brasil é regulada pelo Provimento 205/2021 da OAB, que atualizou o Código de Ética e Disciplina. Ele proíbe três coisas específicas no conteúdo do site: promessa de resultado processual, comparação entre advogados ou escritórios e captação de cliente por oferta ativa de serviço a caso concreto.

Isso não impede ter um site bom. Impede um site que vende como loja. O foco precisa estar em informação técnica, currículo e áreas de atuação, não em frases como ‘garantimos sua causa’ ou ‘somos os melhores em…’.

Na prática, isso muda o texto de cada página, mas não muda a estrutura. O site continua precisando de velocidade, clareza e prova social, só que a prova vem de currículo, artigos técnicos e avaliação pública (como Google Meu Negócio), não de promessa comercial.

Captação vedada costuma aparecer em frases como ‘fale agora e garanta sua consulta grátis’ ou ‘clique aqui antes que seja tarde’. O caminho permitido é o oposto: oferecer conteúdo educativo sobre o tema (prazo pra entrar com uma ação, documentos necessários, direitos do trabalhador) e deixar o convite pro contato de forma neutra, sem pressão de tempo artificial.

As páginas que um site jurídico realmente precisa ter

Um site institucional genérico costuma ter Home, Sobre e Contato. Isso não basta pra um escritório de advocacia, porque quem pesquisa já sabe o problema que tem (trabalhista, previdenciário, tributário) e procura quem resolve aquele problema específico, não um escritório genérico. A estrutura mínima é:

  • Home com resumo das áreas de atuação e botão de WhatsApp visível sem precisar rolar a página;
  • Uma página por área de atuação (trabalhista, cível, família, criminal etc.), cada uma respondendo as dúvidas mais comuns daquele tema;
  • Sobre o advogado, com número da OAB, formação, tempo de atuação e, se houver, especializações registradas;
  • Blog jurídico com artigos técnicos que respondem perguntas reais de quem está pesquisando o problema, não o escritório;
  • Contato com WhatsApp, telefone, endereço e formulário, sem exigir mais de dois cliques pra falar com alguém;
  • Política de privacidade alinhada à LGPD, essencial num site que provavelmente vai coletar dados sensíveis de processos.

Além da área de atuação explicada, o site precisa deixar claro o que acontece depois do primeiro contato: quanto tempo leva pra resposta, se a primeira conversa tem custo e como funciona o agendamento. Isso reduz a ansiedade de quem está decidindo se manda mensagem ou não.

Um formulário de contato mais longo também ajuda o próprio escritório a triar melhor quem chega. Perguntar a área do problema e uma frase resumindo a situação antes da primeira ligação evita reunião marcada com quem não é público do escritório. Isso pode ser automatizado com um fluxo simples de resposta no WhatsApp que orienta o visitante enquanto aguarda retorno humano: confira como funciona a automação empresarial em Porto Alegre pra esse tipo de fluxo.

Como mostrar resultado sem parecer publicidade proibida

A saída não é esconder prova de competência, é trocar a fonte da prova. Em vez de ‘ganhamos 90% dos casos’ (proibido, e sem como comprovar), o site pode mostrar currículo verificável: tempo de OAB, pós-graduação, participação em bancas, artigos publicados, palestras.

Depoimento de cliente é permitido, desde que não vire propaganda comparativa nem prometa resultado a partir dele. Avaliação no Google Meu Negócio funciona bem porque é prova de terceiro, não afirmação do próprio site. Um caso de sucesso pode aparecer de forma anonimizada e genérica, sem citar nome, valor de causa ou tribunal, focando no tipo de problema resolvido, não no resultado financeiro obtido.

Artigo técnico é a ferramenta mais subestimada aqui: um post explicando ‘o que fazer nos primeiros 30 dias após ser demitido’ constrói autoridade e aparece no Google pra quem pesquisa isso, sem nunca prometer resultado de causa.

Por que velocidade pesa mais num site de advogado que na maioria dos negócios

Busca por advogado é busca local e competitiva: várias bancas disputam os mesmos termos na mesma cidade, muitas vezes no mesmo bairro. Nesse cenário, o Google usa velocidade de carregamento e experiência no celular, os chamados Core Web Vitals, como critério de ranqueamento. Dois escritórios com conteúdo parecido não ficam empatados: o mais rápido tende a aparecer na frente.

É aqui que a escolha de tecnologia pesa. WordPress com tema próprio e código enxuto entrega performance máxima porque carrega só o necessário pra cada página, sem plugins acumulados nem construtor visual gerando código inchado por trás. Isso importa duas vezes pra um advogado: pesa no ranqueamento e pesa na primeira impressão de um cliente ansioso, que associa lentidão a desorganização.

Se o escritório fica em Porto Alegre, isso importa ainda mais: veja como funciona a criação de sites em Porto Alegre pensada pra esse tipo de disputa local.

Quanto custa um site de advocacia (e o que muda de faixa pra faixa)

O valor varia conforme a profundidade do site, não só o design. Como referência de mercado praticada pela Codech:

Site institucional

A partir de R$ 2.600. Cobre Home, Sobre, áreas de atuação e contato: a base descrita acima.

Site sob medida

A partir de R$ 3.400. Indicado quando o escritório precisa de estrutura própria, blog robusto e integrações específicas.

SEO contínuo

A partir de R$ 350 por mês. Trabalho de conteúdo e otimização depois do site no ar, essencial numa disputa local constante.

Hospedagem e domínio são custos recorrentes de terceiros, cobrados à parte pelo provedor escolhido, variando conforme o plano contratado. Eles não fazem parte do valor de desenvolvimento do site em si.

Escolher entre site institucional e site sob medida depende do estágio do escritório. Quem está começando e precisa validar presença online geralmente resolve com o institucional. Quem já tem volume de tráfego e quer controlar cada detalhe de estrutura, conteúdo e área por área, costuma justificar o sob medida, que custa em torno do dobro do institucional simples. SEO contínuo entra depois de qualquer um dos dois, porque manter posição numa disputa local exige publicar e ajustar conteúdo com regularidade, não só lançar o site uma vez. Saiba mais sobre desenvolvimento de sites sob medida em Porto Alegre.

Quer um diagnóstico do site do seu escritório antes de decidir o que priorizar? Fale direto com Mateus Alves Lopes, desenvolvedor full-stack com mais de 6 anos de mercado, especialista em SEO técnico, performance e Core Web Vitals.

Perguntas frequentes

Advogado pode fazer anúncio pago no Google Ads?

O Provimento 205/2021 da OAB restringe a forma, não proíbe a existência do site. O anúncio não pode prometer resultado, comparar advogados nem se configurar como oferta ativa de serviço a um caso concreto. Impulsionar conteúdo educativo e páginas informativas costuma ser mais seguro do que anunciar 'contrate agora'.

Preciso ter um blog jurídico no site do escritório?

Sim, é uma das formas mais eficazes de aparecer no Google sem violar as regras da OAB. Artigos técnicos que respondem dúvidas reais (prazos, documentos, direitos) constroem autoridade e trazem tráfego de quem pesquisa o problema, sem prometer resultado de causa.

Posso colocar depoimentos de clientes no site de advocacia?

Pode, desde que o depoimento não vire propaganda comparativa nem prometa resultado processual. Avaliações públicas, como as do Google Meu Negócio, funcionam bem porque são prova de terceiro. Casos de sucesso devem aparecer de forma anonimizada, sem nome, valor de causa ou tribunal.

Quanto custa um site profissional para advogado?

Um site institucional, com páginas por área de atuação, sobre o advogado e contato, começa a partir de R$ 2.600. Um site sob medida, com estrutura própria e blog robusto, parte de R$ 3.400. SEO contínuo, pra manter posição na busca local, parte de R$ 350 por mês.

Site em WordPress é seguro e permitido pela OAB para advogados?

Sim, a plataforma não tem restrição ética, o que importa é o conteúdo publicado. WordPress com tema próprio e código sob medida entrega mais performance que construtores visuais genéricos, o que ajuda no ranqueamento local sem interferir nas regras de publicidade da OAB.

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